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credits

released September 1, 2009

Produced by Donald Régnier
© ADL Records 2009

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all rights reserved

about

Maria Tejada Quito, Ecuador

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Track Name: Una vez
Al despertar, tierno capullo
Arrullo y manto, risa y llanto
Preguntar y conocer
La niñez llega jugando

Volando besos y creciendo
La adolescencia descubriendo
Deshacer y rehacer
Los sueños acariciar

Cuando grande, los tiempos
Dejan raros sentimientos
Escoger un camino o más
Entregar, perder, ganar…

Las hojas rojas con el viento
Volando caen sin lamento
Cantarán sin timidez
“Sólo se vive una vez”
Track Name: Passarim
Passarim quis pousar, nâo deu, voou
Porque o tiro partiu mas nâo pegou
Passarihno me conta entâo me diz
Me diga porque eu nâo fui feliz
Me diz o que eu faço da paixâo
Que me devora o coraçâo
Que me devora o coraçâo
Que me maltrata o coraçâo
Que me maltrata o coraçâo
E o mato que é bom, o fogo queimou
Cadê o fogo, a água apagou
E Cadê a água, o boi bebeu
Cadê o amor, gato comeu
E a cinza se espalhou
E a chuva carregou
Cadê meu amor que o vento levou


/Passarim quis pousar nâo deu voou/x 2
Porque o tiro feriu mas nâo matou
Passarinho me conta entâo me diz
Porque é que eu também nâo fui feliz
Cadê meu amor, minha cançaô
Que me alegrava o coraçâo
Que me alegrava o coraçâo
Que iluminava o coraçâo
Que iluminava a escuridâo

Cadê meu caminho, a água levou
Cadê meu rastro, a chuva apagou
E a minha casa, o rio carregou
E o meu amor me abandonou
Voou, voou , voou
Voou, voou , voou
E passou o tempo e o vento levou
Passarim que pousar nâo deu voou
Porque o tiro feriu mas nâo matou
Passarinho me conta entâo me diz
Porque é que eu também nâo fui feliz
Cadê meu amor, minha cançâo
Que me alegrava o coraçâo
Que me alegrava o coraçâo
Que iluminava o coraçâo
Que iluminava a escuridâo

E a luz da manhâ, o dia queimou
Cadê o dia, envelheceu
E a tarde caiu e o sol morreu
E de repente escureceu
E a lua entâo brilhou
Depois sumiu no breu
E ficou tâo frio que amanheceu

Passarim que pousar nâo deu voou
Passarim que pousar nâo deu voou
Voou, voou voou, voou!
Track Name: Vals fugaz
Son todos los caminos sin prisa
Ser espuma de mar y de brisa
Tal vez un talismán
Perdido entre cenizas
O bien pluma ligera, errante,
Que acaricia
Luz de primavera
Noche de verbena
Vals casi fugaz
Flotando ella va
Danzando alegra su compás
Febril como una dádiva
Dulce y sutil
Cual damisela que se entrega
Triste cuento de hadas
Una llamarada
Notas que resonarán

Él, deslizándose al andar
Gira, eterno, en su verdad
Sonrisa, danza de nunca jamás
Con tres pasos de ilusión
Susurro de canción
Sutil mirada de complicidad
Único, dueño, fiel de su destino
Sueño de papel
Bruma, luna llena
Alba y miel
De su brazo va el querer
En sentida profusión
Para entregarle su pasión
La dulce doncella que acariciará
Mística dama, centinela
Mustio cuento de hadas
Frágil alborada
De color

Ella, confundida en su sonrisa
Despierta de un mundo sin malicia
Perdida su alma va
Saciada, inadvertida,
Su caballero fiel
No es más que hada ficticia
Como un alma en pena
Su reloj de arena
Le hace pensar
Que bajo el abismo
De aquel espejismo tan azul
Habrá un nuevo despertar
Rayos de luz
Alegre, ella baila sola
Ávida, florida
Diáfana, lucida
Plena con su soledad
Track Name: Fina estampa
Una veredita alegre,
con luz de luna o de sol,
tendida como una cinta
con sus lados de arrebol,
arrebol de los geranios
y sonrisas con rubor,
arrebol de los claveles
y las mejillas en flor.
Perfumada de magnolias,
rociadas de mañanita,
la veredita sonríe
cuando tu piel acaricia,
y la cuculí se ríe
y la ventana se agita
cuando por esa vereda
tu fina estampa pasea.
Fina estampa, caballero;
caballero de fina estampa, un lucero,
que sonriera bajo un sombrero, no sonriera
más hermoso, ni más luciera, caballero,
y en tu andar andar, reluce
la acera al andar andar.
Track Name: Cinema paradiso
Era uma vez
Um rasgo de magia
Dança de sombra e de luz
De sonho e fantasia
Num ritual que me seduz
Cinema que me dás tanta alegria

Deixa a música
Crescer nesta cadência
Na tela do meu coração
Voltar a ser criança
E assim esquecer a solidão
Os olhos a brilhar
Numa sala escura

Voa a 24 imagens por segundo
Meu comovido coração
Aprendeu a voar
Neste Cinema Paradiso
Que eu trago no olhar
E também no sorriso
Track Name: Rimes
J'aime la vie quand elle rime à quelque chose
J'aime les épines quand elles riment avec la rose
J'aimerais même la mort si j'en sais la cause

Rimes ou prose

J'aime ma chanson quand elle rime avec ta bouche
Comme les ponts de Paris avec bateau-mouche
Et la perle des pleurs avec l'œil des biches

Rimes tristes

J'aime les manèges quand ils riment avec la neige
J'aime les nains qui riment avec Blanche-Neige
Rimons, rimons tous les deux
Rimons, rimons si tu veux
Même si c'est pas des rimes riches
Arrimons-nous on s'en fiche

J'aime les manèges quand ils riment avec la neige
J'aime les nains qui riment avec Blanche-Neige
Rimons, rimons tous les deux
Rimons, rimons si tu veux
Même si c'est pas des rimes riches
Arrimons-nous on s'en fiche

J'aime la vie quand elle rime à quelque chose
J'aime les épines quand elles riment avec la rose
J'aimerais même la mort si j'en sais la cause

Rimes ou prose

J'aime ma chanson quand elle rime avec ta bouche
Comme les ponts de Paris avec bateau-mouche
Et la perle des pleurs avec l'œil des biches

Rimes tristes

J'aime les manèges quand ils riment avec la neige
J'aime les nains qui riment avec Blanche-Neige
Rimons, rimons tous les deux
Rimons, rimons si tu veux
Même si c'est pas des rimes riches
Arrimons-nous on s'en fiche

J'aime la vie quand elle rime à quelque chose
J'aime les épines quand elles riment avec la rose
Rimons, rimons belle dame
Rimons, rimons jusqu'à l'âme
Et que ma poésie
Rime à ta peau aussi...
Track Name: Videstana
GÜIDE PASO CEYA
GUACONDAE N’ CORM PASBELI
NTSADI SENES TONE
NASAGÜI DETRA GUO BILUKA

NTSADI BADE DAYA
SIEFA LAGÜE FAR NITIDA
GÜICO NALA RETZE
INSIDI FOYI TA FONDATE

FOMOR SALUKALA BOTON PLAYE
JISA SHPERESAA LAIF AU DE SOL
FOMOR SALUKALA BOTON PLAYE
JISA SHPERESAA LAIF AU DE SOL

EBI YULE SOBDA
YABUKUI DEGUINE SERTITE
NOBI NEGUO DANO
BIDE SIMULEDA IEDE

NOBI SOLI BILIDA GÜIDESTANE
YUNVE MORTALI LA FLAY
GÜI NEVBI AKI
VIDESTANA
Track Name: Noche de ronda
Noche de ronda
Que triste pasas
Que triste cruzas
Por mi balcón
Noche de ronda
Cómo me hieres
Cómo lastimas
Mi corazón

Luna que se quiebra
Sobre la tiniebla
De mi soledad
A dónde vas?
Dime se esta noche
Tú te vas de ronda
Como ella se fue
Con quién estás?

Dile que la quiero
Dile que me muero
De tanto esperar
Que vuelva ya
Que las rondas no son buenas
Que hacen daño, que dan penas
Y que acaban por llorar
Track Name: Aguas de março
E pau, é pedra, é o fim do caminho
E um resto de toco, é um pouco sozinho
E um caco de vidro, é a vida é o sol
E a noite é a morte, é um laço, é o anzol
E peroba do campo, é o no da madeira
Caingà Candeia, é o Matita Perera
E madeira de vento, tombo da ribanceira
E o mistério profundo, é o queira ou não queira
E o vento ventando, é o fim da ladeira
E a viga é o vão, festa da cumeeira
E a chuva chovendo, é conversa ribeira
Das aguas de março, é o fim da conseira

E o pé, é o chão, é a marcha estradeira
Passarinho na mão, pedra de atiradeira
E uma ave no céu, é uma ave no chão
E um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão
E o fundo do poço, é o fim do caminho
No rosto o desgosto, é um pouco sozinho

E um estrepe, é um prego, é uma conta, é um canto
E uma ponta, é um ponto, é um pingo pingando
E um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando
E a luz da manhã, é o tijolo chegando
E a lenha, é o dia, é o fim da picada
E o garrafa de cana, o estilhaço na estrada
E o projeta da casa, é o corpo na cama
E o carro enguiçado, é a lama, é a lama

E um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
E um resto de mata, na luz da manhã
São as aguas de março de fechando o verão
E a promessa de vida, no teu coração

E pau, é pedra, é o fim do caminho
E um resto de toco, é um pouco sozinho
E uma cobra, é um pau, é João, é José
E um espinho na mão, é um corte no pé
São as aguas de março de fechando o verão
E a promessa de vida, no teu coração

E pau, é pedra, é o fim do caminho
E um resto de toco, é um pouco sozinho
E um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã
E um Belo Horizonte, é a febre terçã
São as aguas de março de fechando o verão
E a promessa de vida, no teu coração

E pau, é pedra, é o fim do caminho
E um resto de toco, é um pouco sozinho
E um caco de vidro, é a vida é o sol
E a noite é a morte, é um laço, é o anzol
São as aguas de março de fechando o verão
E a promessa de vida, no teu coração
Track Name: Stardust
And now the purple dusk of twilight time
Steals across the meadows of my heart
High up in the sky the little stars climb
Always reminding me that we’re apart

You wandered down the lane and far away
Leaving me a song that will not die
Love is now the stardust of yesterday
The music of the years gone by

Sometimes I wonder why I spend
The lonely night dreaming of a song
The melody haunts my reverie
And I am once again with you
When our love was new
And each kiss, an inspiration
But that was long ago
Now my consolation
Is in the stardust of a song

Beside a garden wall
When stars are bright
You are in my arms
The nightingale tells his fairy tale
Of paradise where roses grew


Though I dream in vain
In my heart it will remain
My stardust melody
The memory of love’s refrain
Track Name: Leonardo
Procuro hacerte una canción
Y al recordarte
Me invade toda la emoción
En cada instante
Memorias que al acariciar
Reviven bien tu luminar
Tu anhelo y celo de soñar
Tu ser constante

Poeta, asceta de alba y luz
Pintor vibrante
En tu paleta de trasluz
De don gigante
Se mezclan seres y entidad
Realismo mágico y verdad
De pulso lúcido y vivaz
Eterno delirante

Maestro de arte popular
Tu trayectoria inquieta
Dio trazos sin decolorar
Llenando tu paleta
Tus manos grandes de bondad
Lo dieron todo al expresar
Figuras místicas, cromáticas,
De gran faceta

De drama en ocre, gris, carbón,
De diablo huma y fiesta
Estibadores con sopor
Viajaron en tu testa
Dibujos de forma eclesial
Que con capricho artesanal
Tomaron forma de interpretación
Fecunda gesta

Procuro hacerte esta canción
De luna llena
Abuelo de gran corazón
Y piel morena
Chicuelo, humano de pincel
Galano, anciano de oropel
De larga vida y condición
Enhorabuena

La inspiración que recibí
De tu faena
En cada día por venir
Fluye en mis venas
Tus huellas firmes del andar
No borra viento ni arenal
Tu estrella alumbra cual rubí
Leonardo, alma serena
Track Name: Fortuna de las palabras
La luces extraviadas
Buscaban el atajo que diera
A la ilegal salida
Del quinto laberinto del agua
Y una rosa declama:
“Fortuna de las palabras”

Las luces sin lujo de lumbre
Extremadamente extensas y extraviadas,
Buscaban, buceaban, husmeaban
El atajo debajo del tajo
Que viera y siquiera diera
Por tampoco descoco,
A la sin igual ilegal salida acometida
Del quinto cinto distinto laberinto
Del agua luna alguna laguna,
Y una rosa roja rodeada en rocío
Cual dama ama en su rama declama:
“Fortuna de las palabras”
Track Name: Retrato em branco e preto
Nesse andar conheço cada pedra já
Nenhum segredo é alheio em mim
Aqueles passos voltam lá para me lembrar
Que a minha solidão
Querendo pronto em vão
Me deixar sozinha aquí
Comigo vai ficar, sim…
Sua companhia não vazia
Vira tranquila e mora em mim
O que é que eu posso contra o canto
Desse amor que eu nego tanto
Seu encanto evito tanto até não suportar
Mas no entanto volta sempre a enfeitiçar o coracão
Com seus memos tristes, novos, velhos, gratos
Todos abstratos,
Fatos que eu procuro também retratar
Que eu teimo em colecionar

Lá vou eu de novo como um tolo,
Procurar o desconsolo,
Que cansei de conhecer

Novos dias tristes, noites claras,
Versos, cartas, minha cara,
Ainda volto a lhe escrever

Pra lhe dizer que isso é pecado,
Eu trago o peito tão marcado

De lembranças do passado,
E você sabe a razão

Vou colecionar mais um soneto,
Outro retrato em branco e preto,
A maltratar meu coração